Amigo meu que tanto prezo
Amigo meu que tanto espero
Amigo meu que eu desespero
Preciso e você lá está
Não preciso e também você lá está
De te amar não tenho medo
Tampouco tenho medo de te ser sincero
Ah! Se fosse verdade
Doces palavras irónicas
Porquê?
Porque me permiti esperar tanto de ti
Quando pouco a dar tinhas para mim
Me decepcionei
Porque a reciprocidade esperei
E somente indiferença ganhei
Não estou revoltada
Estou triste
E de alma amargurada
De ti me decepcionei
Falso amigo meu
E onde errei
Foi investir tempo numa relação que de nada valeu.
'' Como todos os outros seres nessa natureza, fazemos parte de grupos. Mesmo que isto não seja dessa forma linear, assim procuramos que o seja. Neste mesmo grupo, procuramos partilhar, viver com e dessa pessoa. Mas até que encontremos ''os certos'' vamos bater muitas portas, e nos enganar também muitas vezes. Isto porque as leis do coração interferem com a razão lógica. Em meias palavras, nos apaixonamos por humanos de carne e osso como nós, com defeitos de toda a natureza. E daí... Decepção! Ninguém nunca deve esperar do amigo aquilo que quer. Isto porque o maldito bichinho do lado esquerdo do peito, interfere naquilo que poderia ser uma visão do óbvio. Ou seja, nem sempre os ''amigos'' vão agir como queremos, porque o que eles são para nós, muitas vezes é fruto da idealização da nossa mente em conjunto com o coração...''
Por: Marinela Gomes em ''Aprendendo sozinha com a vida''

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