terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Auto-honestidade

Bailarina de ballet.

A espontaneidade torna-nos mais poetas.
E é esta a beleza de ser natural.
As coisas simplesmente acontecem, de forma tão natural e bonita.
Cada um de nós tem seus segredos, seus desejos, sua ânsia.
Cada um de nós sabe por onde caminha e porquê caminha.
Viver, talvez seja um dos maiores desafios do Homem.
Vivemos para morrer, mas ao longo deste trajecto o amor bate a porta, os amigos esperam por nós na esquina, os familiares dão conforto a nossa casa e a felicidade mostra-nos que vale sempre a pena ter um coração acolhedor.
Hoje acordei assim, mais optimista, mais positiva, mais fiel à mim mesma.
E o mais interessante é que para ser honesta comigo mesma eu não tenho de mudar os meu princípios. Isto, porque eles são os mesmos.
Desejo de cumplicidade? Sim, tenho.
Sou cúmplice dos meus actos.
Sou dona dos meus prazeres.
Sou a única responsável pelo rumo da minha vida.
Por isso, respeito a dádiva de viver.
Apenas, passei a ser fiel ao meu intimo, e por consequência disso, fiel à mim mesma.
Auto-honestidade? Amor próprio?
Tão possível, quanto real.

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